Dentro da chama um ser muito pequenino respirava e espalhava a sua luz imensa. Tinha a exacta dimensão da chama da vela, com o seu tamanho multiplicado por toda a sala. E subtilmente abriu as suas asas de elemental iguais a uma borboleta mas ainda mais delicadas. Bati-as repetidamente e com toda a suavidade, sem sonhar que estaria a ser observado por um par de olhos maravilhados e concentrados que se deleitavam com tão rara e preciosa aparição. Aquelas asas maravilhosas de éter e de fogo, assim como o seu corpo. Não há preço que quantifique o quão maravilhosa é tal elemental, algo tão único e incrível. No entanto, assim que fechei os olhos não pude mais ver as suas asas. Apesar de o seu corpo se manter até que a chama se apague.
Afinal os elementais existem mesmo!
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